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Sapadores florestais do parque natural com salários em risco

Edição de 2012-03-29
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O salário de Março dos sapadores florestais que fazem prevenção no Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros (PNSAC), que abrange território de cinco municípios do distrito de Santarém, está em risco, segundo afirma o presidente da Câmara de Porto de Mós, concelho onde está sedeada a direcção do PNSAC.

A remuneração desses dez elementos (cinco de cada equipa) dos sapadores florestais “deveria ser garantida através de subsídios oriundos da Autoridade Florestal Nacional e pelo Instituto da Conservação da Natureza e da Biodiversidade”, mas esta última entidade já em 2011 não assegurou os 50 mil euros anuais que são da sua responsabilidade, revelou João Salgueiro.

O autarca explicou que a falta de verbas tem sido coberta pelos municípios cujo território é abrangido pelo parque e admite a extinção destas equipas caso a situação persista, o que constituiria “um grave prejuízo, dado o trabalho que é efectuado ao nível da prevenção de incêndios” no PNSAC.

As duas equipas de sapadores florestais foram criadas no âmbito da Associação de Desenvolvimento das Serras de Aire e Candeeiros (ADSAICA), entidade que envolve os sete municípios da área do PNSAC: Porto de Mós e Alcobaça (ambos do distrito de Leiria) e Ourém, Rio Maior, Alcanena, Torres Novas e Santarém.

O Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, numa resposta por escrito enviada à Agência Lusa, explica que, “face ao actual quadro de reorganização dos serviços, está neste momento em análise o modelo de funcionamento e apoio a estas equipas”.

O organismo acrescenta que já decorreu “uma reunião na Secretaria de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, na qual participou a ADSAICA e responsáveis dos diversos municípios envolvidos, no sentido de se encontrar uma solução de funcionamento das equipas em questão”.

O mesmo instituto informa que as equipas de sapadores florestais são financiadas com um programa regulado através de um protocolo com a Autoridade Florestal Nacional, que estabelece um financiamento para a execução de acções de silvicultura, vigilância e apoio ao combate de incêndios.

As duas equipas de sapadores florestais em causa têm vindo, complementarmente, a estabelecer protocolos e contratos de parceria público-privada com o Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade, no âmbito da prestação de serviços na gestão e manutenção de ecossistemas na região do PNSAC

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